Premiados no XIV Cicted da UNITAU recebem reconhecimento em cerimônia solene | Foto: Leonardo Oliveira/ACOM-UNITAU

XIV Cicted: cerimônia premia os melhores trabalhos da edição e homenageia equipe de monitores

Solenidade marca o encerramento da 14ª edição do Congresso, que reuniu mais de 7,7 mil congressistas e recebeu mais de 2,6 mil submissões de trabalhos. 

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18/12/2025 14h51 ⋅ Atualizada em 18/12/2025 14h53


A 14ª edição do Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento (Cicted) da UNITAU foi encerrada nesta terça-feira, 16 de dezembro, com a premiação dos três melhores trabalhos em cada uma das 14 categorias. O evento registrou 7,7 mil participantes e mais de 2,6 mil submissões.

A cerimônia, realizada no Auditório do Departamento de Ciências Jurídicas e Internacionais, celebrou a produção científica em diversas faixas etárias e reiterou o compromisso da produção científica na Universidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A oportunidade é também uma vitrine para explorar temas e dar visibilidade para questões pertinentes à sociedade em todas as áreas do conhecimento. Para Alan Cunha Ferreira, estudante do 6º semestre de História que teve o trabalho premiado em 2º lugar na categoria ENIC Graduação, a chance de explorar os desafios da pesquisa para aumentar a bibliografia sobre as trajetórias indígenas e o apagamento dos povos originários no Vale do Paraíba foram motivadoras para tomar a decisão de submeter o trabalho no Congresso.

“A gente tem o entendimento de que esse tipo de pesquisa que retoma a história do Vale do Paraíba, a história plural que a gente tem de formação do Vale, ela pode contribuir com a diminuição da desigualdade e dar evidência aos povos que são menosprezados pela sociedade, como é o caso dos povos originários, dos povos indígenas”, explica o estudante. “Eu acho excelente essa oportunidade que a universidade nos dá de compartilhar os nossos conhecimentos, as nossas pesquisas. E eu acho que a sociedade acadêmica se fortalece cada vez que ela tem a oportunidade de compartilhar, de aprender e de estar inserida nesse meio. Todas essas pautas sociais começam inicialmente no banco escolar, então a Universidade nos dá essa oportunidade de desenvolver esse tipo de pesquisa, o que é um modo também inicial de transformar a nossa própria sociedade”, reconhece.

Mas para que pesquisas, projetos e demais atividades paralelas durante os três dias de evento sejam possíveis, existe uma engrenagem nos bastidores que funciona graças à dedicação de funcionários, professores e alunos voluntários de todos os níveis de conhecimento. Neste ano, XX monitores se voluntariaram a tornar o Cicted ainda maior e melhor para todos e todas, instruídos para acolher com acessibilidade todo o público e prestar assistência aos palestrantes e convidados.

Há três anos como parte da equipe de monitores, Rafael Zacarias de Faria Siqueira, do 6º semestre do curso de Administração, percebe no evento uma chance de aprimorar habilidades essenciais para a futura profissão.
“O mais valioso foi a experiência de trabalhar com uma equipe. Todo mundo tentando se ajudar, todo mundo na correria ali, tentando fazer dar certo, todo mundo com o mesmo objetivo… Foi algo bem corrido, mas uma experiência muito valiosa”, destaca o aluno. “É uma oportunidade de ver na prática como é organizado um trabalho em equipe, como é organizado um evento desse porte. É algo que às vezes a gente vê na teoria durante as aulas, mas ter essa oportunidade de trabalhar com todo mundo junto é bem legal, é enriquecedor”, completa.

A solenidade também homenageou os cerca de 500 colaboradores, entre monitores voluntários, professores avaliadores e funcionários, que compuseram a força-tarefa desta edição. O empenho desse grupo foi fundamental para realizar o maior Cicted da história e promover a democratização da ciência durante os três dias de evento.

Confira as fotos oficiais da cerimônia clicando aqui

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