A 1ª Robotau envolveu equipes formadas por alunos do 6º semestre do curso, que construíram e programaram robôs para a disputa cujo objetivo era estourar o balão da equipe adversária.
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13/11/2025 17h47 ⋅ Atualizada em 13/11/2025 17h55
Colocar um raciocínio em prática é um enorme desafio e é um dos princípios da Engenharia da Computação. Os alunos do 6º semestre do curso aceitaram a missão de desenvolver protótipos de robôs para a primeira edição da Robotau, a caçada robótica da Universidade de Taubaté (UNITAU).
No ringue o objetivo parecia simples: estourar o balão da equipe adversária. Mas, por outro lado, a tarefa exigiu muito pensamento lógico, trabalho em equipe e, claro, a concretização da teoria aprendida em sala de aula.
“A gente foi desde o básico, de como colocar esse robôzinho para andar, como ele vai fazer os conceitos básicos, até chegar nessa estrutura. Então, a gente pensou como que ele vai andar, como que ele vai definir um espaço de tempo, quando ele deve andar para trás e para frente. Como ele não tem uma visão específica, ele só tem um sensor, que é o que vai definir a proximidade. Pensamos em tudo o que poderíamos fazer para que ele conseguisse distinguir uma parede, por exemplo, ou um robô que está próximo, ou quando ele pode atacar e quando ele não pode atacar”, explicou Anna, integrante de uma das equipes.
Com os times à postos, foi dada a largada na batalha. Divididos por rodadas, três equipes por vez ligam os robôs no ringue e, quem ‘sobreviver’ com o balão cheio, vence a rodada. Nesta primeira edição, a equipe Atos foi a vencedora e levou o troféu para casa. “Para a gente, foi uma experiência incrível. Essa oportunidade que o professor Werneck proporcionou para a gente foi um aprendizado imenso”, reconhece Matheus Dias Medeiros, membro da equipe vencedora. “A gente fez mil e um protótipos até chegar nesse daqui e, cinco minutos antes da luta, a gente ainda estava mudando o código e foi essa mudança que veio da gente ser campeão”, revela.
Idealizada pelo Prof. Me. Marcelo Werneck, docente do Departamento de Engenharia, Computação e Tecnologia. “Essa caçada visa o desenvolvimento de diversas habilidades. Os alunos são estimulados a trabalharem em equipe, resolverem o problema de equipe e também aplicar conhecimentos técnicos, da teoria à prática. Essa também é a chanced de aprender coisas extras que serão úteis não só para o desenvolvimento deles como profissionais, mas também para o desenvolvimento humano, porque trabalhar em equipe, ter ideias, usar a criatividade e solucionar problemas complexos, por exemplo, fazem parte da formação do engenheiro”, ressalta o professor.
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ACOM/UNITAU