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18/06/2025 16h50 ⋅ Atualizada em 24/06/2025 18h02
Gustavo Gonçalves Barreiros, aluno do 5º período do curso de Ciências Biológicas da Universidade de Taubaté (UNITAU), foi contemplado com uma Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e, posteriormente, com a Bolsa BEPE (Bolsa de Estágio de Pesquisa no Exterior), que permitirá o desenvolvimento de atividades acadêmicas na Alemanha.
A trajetória de Gustavo na pesquisa teve início no Museu de História Natural de Taubaté Doutor Herculano Alvarenga (MHNT), onde atua como estagiário por meio do convênio entre a UNITAU e o museu. A partir dessa vivência, o estudante conquistou uma oportunidade de estágio no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP), sob orientação do Dr. Pedro Lorena Godoy e coorientação do Dr. Gabriel de Souza Ferreira, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, em parceria com o MHNT, sob supervisão da Dra. Graziella do Couto Ribeiro.
Com interesse precoce pela pesquisa, Gustavo relembra que, já no primeiro ano da graduação, participou do Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento, o Cicted promovido pela UNITAU.
“No meu primeiro ano de Ciências Biológicas na UNITAU, levei ao CICTED um trabalho sobre uma planta fóssil da coleção do Museu de História Natural de Taubaté, além de outro, desenvolvido em uma oficina de evolução humana com o Prof. Dr. Júlio César Voltolini. Acredito que o CICTED tem um papel fundamental nesse início de trajetória acadêmica, pois mostra que a pesquisa não é algo distante. Ela está ao nosso alcance, basta ter iniciativa e buscar apoio dos professores. A ciência está aqui, e pode e deve ser feita por nós”, destaca o estudante.
Gustavo desenvolve o projeto de iniciação científica na área de Paleontologia, com foco nos quelônios fósseis da Bacia de Taubaté, MHNT. Para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na UNITAU, ele deverá abordar um tema relacionado à mesma linha de pesquisa, e envolvendo tartarugas fósseis ou viventes, mas distinto daquele desenvolvido na iniciação científica. O trabalho conta com a supervisão do Prof. Dr. Itamar Alves Martins.
Para o professor Itamar, vivenciar a pesquisa desde a graduação é essencial para a formação de profissionais preparados e conscientes.
“A participação dos alunos em pesquisas proporciona contato com o método científico, com a leitura acadêmica e com o universo da ciência além da sala de aula. Essa vivência forma estudantes com pensamento crítico, analítico e domínio de saberes científicos, o que faz toda a diferença na formação e futuro profissional”, destaca o docente.
Ele também ressalta a relevância dos vínculos institucionais na consolidação de trajetórias como a de Gustavo.
“No caso do Gustavo, o convênio entre a UNITAU e o MHNT permitiu o início das pesquisas com fósseis da nossa região, o acesso ao estágio no IB-USP e, agora, a vivência internacional. São iniciativas como essa que fortalecem a UNITAU como universidade comprometida com a formação de pesquisadores de alto nível”, completa.
Gustavo, que deve embarcar para a nova jornada no segundo semestre de 2025, reconhece o papel fundamental da Universidade nesse processo.
“Foi a UNITAU que possibilitou tudo: o contato com o museu, o início das atividades de pesquisa e as oportunidades que vieram depois. O convênio com o MHNT foi essencial. Sem esse vínculo, nada disso teria acontecido. A UNITAU foi meu ponto de partida”, finaliza.
A UNITAU está com inscrições abertas para o Vestibular de Inverno 2025, com vagas para o curso de Ciências Biológicas. A prova é online, gratuita e pode ser realizada a qualquer momento. Saiba mais em unitau.br/vestibular.
ACOM/UNITAU
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