Formação continuada para professores traz formação em curricularização e inovação tecnológica

21/02/2022

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Na preparação para o retorno 100% presencial, a Universidade retomou, em fevereiro, o Profoco – Programa de formação continuada para professores. Com o tema “Inovação e Extensão para a Universidade do Futuro", o programa, que já é um grande sucesso, foi importante para o direcionamento da Instituição neste ano. “A inovação não é só na sala de aula. É muito mais que isso, é uma mudança de cultura, fundamental,” relata a Pró-reitora de graduação, Profa. Me Angela Berbare.

O evento aconteceu em um novo formato com oficinas, sala web e um curso de qualificação. A Pró-reitora de Extensão, Profa. Dra. Letícia Maria aborda que a ideia de tratar da curricularização neste ano aconteceu porque “todos os cursos de graduação do país, inclusive os a distância, deverão ter contabilizadas as ações de extensão em seus currículos. Essa é uma determinação de uma resolução do MEC, publicada em dezembro de 2018. Na verdade, o prazo seria em 2022, mas, por causa da pandemia, o MEC estendeu o prazo para 2023, ou seja, todos os currículos dos ingressantes em cursos superiores em 2023 deverão contemplar ações de extensão.

Mas o tema não foi escolhido somente por conta do MEC. A Pró-reitoria de graduação (responsável pela organização do Programa) entendeu que falar de inovação também era necessário, e assim surgiu o tema: “Inovação e Extensão para a Universidade do Futuro”. Para revitalizar a forma de ensinar do Programa, o grupo decidiu fugir dos modelos tradicionais de formação. Segundo o Prof. Me. José Maria, um dos organizadores do Profoco, “Buscando uma alternativa que pudesse ser interessante para um grande número de professores, optou-se, portanto, pelo modelo conhecido como Oficina de Ideação, com a participação dos gestores da graduação (diretores de departamento e coordenadores de curso), em que há uma ampla discussão sobre o tema, mas com a apresentação de proposta idealizadas pelos grupos formados nas oficinas.”

Já a profa. Angela diz que a ideia é que as ações deste ano causem uma reflexão nos professores. “Nosso público mudou. E eu? Eu tenho de acompanhar essa mudança. Como eu estou dando a minha aula? Como posso melhorar a minha aula? A curricularização será um ponto fundamental para essa mudança. Porque o nosso aluno terá contato direto com a prática durante a sua formação. E a inovação é que também permitirá que ele aprenda de forma diferente.”

Com o programa, a Universidade introduziu o tema e sensibilizou os coordenadores e os professores membros dos Núcleos docentes estruturantes (NDE) para a importância de se debruçaram sobre essa reforma curricular. A Universidade oferecerá todo o suporte após, para que a curricularização de fato aconteça. Todas as informações referentes às normativas, um manual de orientações e a trilha da curricularização que poderá ser acessada via EVA – Espaço Virtual de Aprendizagem UNITAU – estarão à disposição para consulta.

Além dessas oficinas, foi estruturado um curso de capacitação docente aos que estarão no primeiro semestre dos cursos que iniciam o Projeto de Inovação da UNITAU (Administração, Jornalismo e Publicidade e Propaganda).

A profa. Nadiely Diniz, docente do curso de fisioterapia, participou dos três dias do Programa. Para ela, “o profoco 2022/1 foi extremamente importante para instruir e alertar os docentes do NDE sobre a curricularização. A proposta das oficinas, conjuntamente com outras áreas, possibilitou uma integração dos cursos e, consequentemente, ideias interessantes e possíveis surgiram para atender à comunidade, contribuindo positivamente na formação do aluno com um olhar mais humano e integral. Já participei de outras edições do Profoco e sempre aprendo muito com todas elas, mas essa em especial foi específica em apontar o quanto necessitamos nos unir e nos empenhar para atender a curricularização e permitir as novas demandas.”

“A partir dos resultados do PROFOCO 2022/1, a PRG – sempre em conjunto com a PREX – vai abrir um amplo debate sobre os projetos de Extensão que deverão ser criados pelos cursos e departamentos. Dentro dos modelos apresentados nas oficinas, cada curso deverá discutir com o corpo docente as iniciativas mais viáveis em termos de atuação junto à sociedade para atender à legislação que determina que 10% da carga horária de cada curso devam ser direcionados para atividades que serão desenvolvidas pelos alunos fora dos limites da universidade,” apresenta José Maria.

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