Clínicas de saúde superam 3.000 atendimentos

07/05/2021

Extensão, Saúde, Comunidade, Atendimento, UNITAU

As cinco clínicas de saúde mantidas pela Universidade de Taubaté (UNITAU) já realizaram, neste ano, mais de 3.000 atendimentos, beneficiando a população e auxiliando na formação dos estudantes.

As atividades nas áreas de nutrição, odontologia, fisioterapia, estética e psicologia são desenvolvidas com todo rigor quanto ao cumprimento dos protocolos de biossegurança para evitar a contaminação.

            O CEPA (Centro de psicologia aplicada) da UNITAU retornou seus atendimentos neste ano em abril, primeiramente, às quintas-feiras e, posteriormente, também aos sábados. "A abertura do CEPA aos sábados beneficia todos os envolvidos, tendo em vista que o seu objetivo é atender a comunidade e contribuir com o processo de aprendizagem dos alunos de psicologia. Vejo que, quanto maior a disponibilidade de horários, melhor será para todos", explica a estagiária e aluna da UNITAU Lígia Lima Santos.

Os atendimentos do CEPA acontecem sob a supervisão de 12 professores, e a seleção dos estagiários ocorre por meio do interesse e da disponibilidade do aluno.

A clínica de nutrição da UNITAU, o CEATENUT (Centro de educação alimentar e terapia nutricional), retomou seus atendimentos em março deste ano. Para garantir a segurança e o distanciamento social, a avaliação antropométrica foi suspensa.

 “É muito importante orientar a população sobre as melhores escolhas alimentares em tempos de pandemia para a manutenção da saúde e para o bom funcionamento do organismo. A clínica prioriza a reeducação alimentar e orientações alimentares para pessoas com ou sem patologias, visando à promoção da saúde. Assim, os atendimentos para a população são destinados à orientação em como se alimentar melhor e com qualidade”, pontua a estagiária da clínica Ana Patricia Pereira Santos Silva.

Os atendimentos corporais e de massagem relaxante são realizados pela  clínica de estética da UNITAU, que retomou suas atividades presenciais. São realizados mensalmente, em média, de 150 a 180 atendimentos. Para garantir a segurança de todos, o procedimento facial foi suspenso. “Acredito que, nesses atendimentos, podemos estimular um bem-estar físico e emocional. Ainda mais em um período difícil que estamos enfrentando agora, pois as pessoas estão cada vez mais deprimidas e desanimadas. Estamos ajudando na saúde da população”, comenta a estagiária Maria Eduarda Souza da Costa.

A clínica de fisioterapia da Universidade já realizou em 2021 cerca de 1.200 atendimentos nas áreas de: pediatria, neurologia, ortopedia, traumatologia do esporte, cardiorrespiração e gerontologia. Os alunos do último ano estão atuando na forma de estágio, sendo supervisionados por seus professores. “Cada setor comporta uma quantidade diferente de pacientes. No setor PFS neurológica em adultos, por exemplo, utilizamos varias abordagens. Iniciamos com uma avaliação minuciosa do paciente e, a partir disso, definimos a melhor conduta a ser aplicada”, explica a aluna Sueli da Silva Fernandes Rodrigues.

Na clínica de odontologia, já são 1.453 atendimentos realizados em 2021, com as devidas adequações, como, por exemplo, o uso de 50% dos equipamentos para garantir o distanciamento. “Os professores e estagiários que atendem na clínica têm de usar toda a paramentação necessária (gorro descartável, respirador N95 e uma outra máscara cirúrgica descartável por cima do respirador e também uma proteção contra aerossóis, chamados de barreira individual de biossegurança odontológica (Bibo). Ele evita que os aerossóis que produzimos quando atendemos se espalhem pela clínica’’, esclarece a estagiária Giovanna Salvatti.

Os atendimentos proporcionados pelas clínicas não só beneficiam a população como também os alunos, que têm a oportunidade de colocar em prática o que aprenderam nas aulas. Sob a constante supervisão dos professores, os alunos atuam nas clínicas da Universidade como forma de estágio. As atividades práticas só podem ser desenvolvidas se aluno apresentar boas condições de saúde. No caso de suspeita ou de sintomas de qualquer doença, a coordenação deve ser comunicada para que as atividades sejam realizadas em outro momento.

 

Linda Uberti

ACOM UNITAU