38 anos de dedicação e histórias na Universidade

26/01/2016

Com 38 anos de comprometimento no serviço, o Professor Dimas de Maio Freitas e Silva coloca um ponto final, em janeiro de 2016, à sua trajetória na Universidade de Taubaté (UNITAU). Com 82 anos de idade, o servidor é o mais velho da Universidade e coleciona histórias e vínculos com a Instituição. Uma das atividades das quais se orgulha é a criação da Central de Estágios, que tem o propósito de ajudar o aluno a encontrar empregos e estágios em empresas e na própria Universidade. Na zona rural de sua cidade natal, Eldorado, SP, Dimas iniciou a sua carreira como professor. "Em 1956, eu ingressei no magistério como professor efetivo, no distrito de Braços. Eu comecei alfabetizando crianças." Em 10 de maio de 1967, sem conhecer a cidade, Dimas se mudou para Taubaté, exercendo a função de visitar as escolas rurais da cidade. Em fevereiro de 1976, a UNITAU foi criada e, depois de seis meses, o professor foi convidado a exercer a função de supervisor de estágios da Instituição. Em 1978, em uma reunião com a então chefe do Departamento de Pedagogia, Professora Maria Helena Goffi, decidiram criar a Central de Estágios, que começou a funcionar no mesmo ano. "Eu ocupei o cargo de supervisor geral da Central de Estágios e lá fiquei até o ano de 2000", conta o professor. "Como professor, o que mais me agradou foi verificar que eu tinha essa possibilidade de tirar a criança da escuridão e alfabetizá-la", conta Dimas. "Na UNITAU, a minha maior gratidão foi poder conviver com os jovens e dar a eles, por meio de orientações profissionais, apoio", conta. "Tive uma grande satisfação também ao vê-los iniciando a profissão como estagiários e sendo efetivados nas empresas para as quais nós os encaminhávamos". Momentos e histórias marcaram e marcam até hoje a sua trajetória na Instituição. "A UNITAU não é uma escola impessoal, ela é uma segunda família para mim." "Levo comigo no coração a Universidade. Estou preocupado com o último dia de trabalho, não quero transformar as minhas lágrimas em um rio", conta, com um sorriso no rosto. "Eu ficarei à disposição da Universidade para tudo, o que eu puder ajudá-la vou ajudar, pois a UNITAU foi o meu segundo lar."   Lucas Nascimento ACOM/UNITAU

Com 38 anos de comprometimento no serviço, o Professor Dimas de Maio Freitas e Silva coloca um ponto final, em janeiro de 2016, à sua trajetória na Universidade de Taubaté (UNITAU).

Com 82 anos de idade, o servidor é o mais velho da Universidade e coleciona histórias e vínculos com a Instituição. Uma das atividades das quais se orgulha é a criação da Central de Estágios, que tem o propósito de ajudar o aluno a encontrar empregos e estágios em empresas e na própria Universidade.

Na zona rural de sua cidade natal, Eldorado, SP, Dimas iniciou a sua carreira como professor. "Em 1956, eu ingressei no magistério como professor efetivo, no distrito de Braços. Eu comecei alfabetizando crianças.”

Em 10 de maio de 1967, sem conhecer a cidade, Dimas se mudou para Taubaté, exercendo a função de visitar as escolas rurais da cidade. Em fevereiro de 1976, a UNITAU foi criada e, depois de seis meses, o professor foi convidado a exercer a função de supervisor de estágios da Instituição.

Em 1978, em uma reunião com a então chefe do Departamento de Pedagogia, Professora Maria Helena Goffi, decidiram criar a Central de Estágios, que começou a funcionar no mesmo ano. "Eu ocupei o cargo de supervisor geral da Central de Estágios e lá fiquei até o ano de 2000", conta o professor.

"Como professor, o que mais me agradou foi verificar que eu tinha essa possibilidade de tirar a criança da escuridão e alfabetizá-la", conta Dimas. "Na UNITAU, a minha maior gratidão foi poder conviver com os jovens e dar a eles, por meio de orientações profissionais, apoio”, conta. “Tive uma grande satisfação também ao vê-los iniciando a profissão como estagiários e sendo efetivados nas empresas para as quais nós os encaminhávamos".


Momentos e histórias marcaram e marcam até hoje a sua trajetória na Instituição. "A UNITAU não é uma escola impessoal, ela é uma segunda família para mim."

"Levo comigo no coração a Universidade. Estou preocupado com o último dia de trabalho, não quero transformar as minhas lágrimas em um rio", conta, com um sorriso no rosto. "Eu ficarei à disposição da Universidade para tudo, o que eu puder ajudá-la vou ajudar, pois a UNITAU foi o meu segundo lar.”

 

Lucas Nascimento

ACOM/UNITAU