Médico neurologista atua na Universidade há 36 anos

24/11/2015

Médico, professor, doutor e pai de família, Ronaldo Abraham já ministrou aulas nos cursos de Psicologia, de Pedagogia e de Medicina da UNITAU, em que permanece até hoje. A vontade de dar aulas surgiu do interesse pela monitoria, quando cursava Medicina. "Descobri que gostava de dar aulas e não consegui mais me desvencilhar do ensino. A grande vantagem de dar aula é que você precisa continuar estudando e se manter atualizado", conta Abraham. Além de estudantes, médicos recém-formados também procuram pelas aulas do professor, que acredita ser mais exigente que os próprios alunos. Com 36 anos de vivência dentro da UNITAU e doutor em Neurologia, ele acredita que as homenagens dos alunos foram os acontecimentos que mais o marcaram durante esse tempo. "Acredito ser uma das pessoas mais velhas do Departamento, por conta disso sou um dos mais homenageados. O reconhecimento dos alunos me marca bastante." A atuação na Universidade veio do acaso, mas pode-se dizer que foi um bom acaso. "Eu não escolhi a UNITAU, o meu chefe na época, do Rio de Janeiro, me convidou para auxiliá-lo e vim para passar somente três ou quatro anos em Taubaté, com a intenção de voltar para o Rio. Ano que vem vai fazer 40 anos que estou na cidade, e não volto mais, me considero um cidadão taubateano."   Memória "Eu me lembro bem, a primeira monitoria que fiz foi de neuroanatomia, olhando para traz eu não sabia muita coisa da disciplina. Então, justamente por causa disso, decidi fazer a monitoria, para estudar melhor." O contato com outros colegas de anos anteriores o incentivaram a aprofundar o aprendizado da disciplina, que acabou o surpreendendo positivamente.    Pacientes "Posso dizer que, na minha área, a experiência é fundamental, estudamos uma doença no livro, porém, o paciente não lê o livro. As formas de apresentação de uma doença são muito diversas, e o paciente nos ensina muito mais do que o livro." "Divido minha atuação na Universidade, no período da manhã, ministrando aulas, e, no período da tarde até a noite, atendo no consultório."   Vitor GarcezACOM/UNITAU

Médico, professor, doutor e pai de família, Ronaldo Abraham já ministrou aulas nos cursos de Psicologia, de Pedagogia e de Medicina da UNITAU, em que permanece até hoje. A vontade de dar aulas surgiu do interesse pela monitoria, quando cursava Medicina. “Descobri que gostava de dar aulas e não consegui mais me desvencilhar do ensino. A grande vantagem de dar aula é que você precisa continuar estudando e se manter atualizado”, conta Abraham.

Além de estudantes, médicos recém-formados também procuram pelas aulas do professor, que acredita ser mais exigente que os próprios alunos. Com 36 anos de vivência dentro da UNITAU e doutor em Neurologia, ele acredita que as homenagens dos alunos foram os acontecimentos que mais o marcaram durante esse tempo. “Acredito ser uma das pessoas mais velhas do Departamento, por conta disso sou um dos mais homenageados. O reconhecimento dos alunos me marca bastante.”

A atuação na Universidade veio do acaso, mas pode-se dizer que foi um bom acaso. “Eu não escolhi a UNITAU, o meu chefe na época, do Rio de Janeiro, me convidou para auxiliá-lo e vim para passar somente três ou quatro anos em Taubaté, com a intenção de voltar para o Rio. Ano que vem vai fazer 40 anos que estou na cidade, e não volto mais, me considero um cidadão taubateano.”

 

Memória

“Eu me lembro bem, a primeira monitoria que fiz foi de neuroanatomia, olhando para traz eu não sabia muita coisa da disciplina. Então, justamente por causa disso, decidi fazer a monitoria, para estudar melhor.”

O contato com outros colegas de anos anteriores o incentivaram a aprofundar o aprendizado da disciplina, que acabou o surpreendendo positivamente. 

 

Pacientes

“Posso dizer que, na minha área, a experiência é fundamental, estudamos uma doença no livro, porém, o paciente não lê o livro. As formas de apresentação de uma doença são muito diversas, e o paciente nos ensina muito mais do que o livro.”

“Divido minha atuação na Universidade, no período da manhã, ministrando aulas, e, no período da tarde até a noite, atendo no consultório.”

 

Vitor Garcez
ACOM/UNITAU