Professora se sente realizada em trabalhar na Universidade

02/06/2015

Formada em Letras pela Universidade de Taubaté (UNITAU), em 1972, a Profa. Ma. Terezinha de Jesus relata, com águas nos olhos, a chegada da sua aposentadoria e o fim da sua jornada de 19 anos de trabalho na Universidade. Tudo começou em 1996, quando a professora prestou o concurso para o Grupo de Estudos em Língua Portuguesa - GELP. No começo, a professora não acreditou que tinha passado e foi realmente uma emoção. "De repente, o professor Gilio Giacomozzi, que era o chefe de Departamento daquela época, entrou na sala e me disse: seja bem-vinda, efetiva! Eu fiquei meio boba na hora e falei: nossa, eu entrei, que maravilha! Fiquei rindo à toa durante uma semana", conta a professora, toda emocionada. A mestra sempre foi apaixonada pela Universidade, teve boa parte da sua formação profissional dentro da UNITAU e afirma que a Instituição é a origem dela. "Eu trabalhava, na época, em Guarulhos, em uma escola estadual, pedi minha transferência e voltei para minhas origens e me sinto muito feliz com essa decisão que tomei." Teresinha conta que já está sentido saudades da Universidade e que, no começo, será muito difícil se acostumar com a ideia de não poder trabalhar mais. "Às vezes, eu fico triste, mas não quero me afastar da UNITAU. Saindo daqui, eu quero vir ver o pessoal, passar um dia aqui no GELP, não quero ficar triste. Na verdade, eu já estou começado a ficar triste desde agora", relata Teresinha. A professora diz que levará da UNITAU todo o contato que teve com os alunos, professores e funcionários, mas, especialmente dos alunos, levará toda a "juventude" que eles têm. "Sei que eu já tenho idade, mas o fato de estar junto com os alunos, isso me traz juventude, levo, além de todo carinho que eu recebi aqui, essa troca de conhecimentos", finaliza a professora. Luciana OliveiraACOM/UNITAU

Formada em Letras pela Universidade de Taubaté (UNITAU), em 1972, a Profa. Ma. Terezinha de Jesus relata, com águas nos olhos, a chegada da sua aposentadoria e o fim da sua jornada de 19 anos de trabalho na Universidade.

Tudo começou em 1996, quando a professora prestou o concurso para o Grupo de Estudos em Língua Portuguesa - GELP. No começo, a professora não acreditou que tinha passado e foi realmente uma emoção.

“De repente, o professor Gilio Giacomozzi, que era o chefe de Departamento daquela época, entrou na sala e me disse: seja bem-vinda, efetiva! Eu fiquei meio boba na hora e falei: nossa, eu entrei, que maravilha! Fiquei rindo à toa durante uma semana”, conta a professora, toda emocionada.

A mestra sempre foi apaixonada pela Universidade, teve boa parte da sua formação profissional dentro da UNITAU e afirma que a Instituição é a origem dela. “Eu trabalhava, na época, em Guarulhos, em uma escola estadual, pedi minha transferência e voltei para minhas origens e me sinto muito feliz com essa decisão que tomei.”

Teresinha conta que já está sentido saudades da Universidade e que, no começo, será muito difícil se acostumar com a ideia de não poder trabalhar mais. “Às vezes, eu fico triste, mas não quero me afastar da UNITAU. Saindo daqui, eu quero vir ver o pessoal, passar um dia aqui no GELP, não quero ficar triste. Na verdade, eu já estou começado a ficar triste desde agora”, relata Teresinha.

A professora diz que levará da UNITAU todo o contato que teve com os alunos, professores e funcionários, mas, especialmente dos alunos, levará toda a “juventude” que eles têm. “Sei que eu já tenho idade, mas o fato de estar junto com os alunos, isso me traz juventude, levo, além de todo carinho que eu recebi aqui, essa troca de conhecimentos”, finaliza a professora.

Luciana Oliveira
ACOM/UNITAU